Como hoje é um dia em que eu acordei atormentada pelas minhas memórias, nao posso me furtar ao gosto de lembrar, antes de tudo, do Santo de minha avó Maria. Eu estou falando da escultura de gesso que, numa visao menos imaginativa muitos a confundem com a imagem de um outro personagem que nao era santo, mas que era homem muito sabido nas artes cênicas e na pantonima.
Bem, este acontecido envolve uma devota e sertaneja senhora e uma escultura comprada na feira semanal da cidade de Coremas, Estado da Paraíba, país Brasil. E, para nao pecar pela imprecisao, detalho que este verídico acontecimento teve como cenário o Sítio Barra – Riacho da Catinga, localizado na zona rural da cidade antes mencionada.
Tudo foi descoberto quando eu, em uma de minhas afamadas visitas aos meus pais, inventei de dar uma passada na casa de uma tia minha que, sendo uma mulher desposada, é a herdeira das mobílias e objetos pessoais de minha avó Maria.
Antes mesmo de emburacar casa a dentro, eu avistei na estante a escultura de Charles Chaplin, ou melhor de Carlitos, o Vagabundo (vide imagem ao lado). Eu fiquei bestinha quando vi, porque sendo eu conhecedora das paixoes de vovó, tinha conviccao de que nao era do seu gosto, aliás, nao era do seu conhecimento a existencia deste personagem do cinema mudo.
Quando foi no outro dia, minha tia chegou na casa de meus pais com esta escultura entre as maos e disse: Rita, eu prestei atencao que voce gostou muito deste santo e eu lhe trouxe de presente.
Santo???????????????????????????? Foi a primeira pregunta que me veio a cabeca, como assim, santo? Foi aí que eu entendi tudinho. O fato é que vovó, lá pelos idos dos anos setenta ou oitenta comprou Carlitos na feira livre de Coremas achando que era Padre Cícero. O que nao é de todo um despropósito, visto que Padin Padre Cícero se vestia de preto e usava igualmente um chapéu de mesma cor. Depois disso eu só imaginei vovó rezando defronte a esta escultura. Mas, o que vale é a fé.
Bem, este acontecido envolve uma devota e sertaneja senhora e uma escultura comprada na feira semanal da cidade de Coremas, Estado da Paraíba, país Brasil. E, para nao pecar pela imprecisao, detalho que este verídico acontecimento teve como cenário o Sítio Barra – Riacho da Catinga, localizado na zona rural da cidade antes mencionada.
Tudo foi descoberto quando eu, em uma de minhas afamadas visitas aos meus pais, inventei de dar uma passada na casa de uma tia minha que, sendo uma mulher desposada, é a herdeira das mobílias e objetos pessoais de minha avó Maria.
Antes mesmo de emburacar casa a dentro, eu avistei na estante a escultura de Charles Chaplin, ou melhor de Carlitos, o Vagabundo (vide imagem ao lado). Eu fiquei bestinha quando vi, porque sendo eu conhecedora das paixoes de vovó, tinha conviccao de que nao era do seu gosto, aliás, nao era do seu conhecimento a existencia deste personagem do cinema mudo.
Quando foi no outro dia, minha tia chegou na casa de meus pais com esta escultura entre as maos e disse: Rita, eu prestei atencao que voce gostou muito deste santo e eu lhe trouxe de presente.
Santo???????????????????????????? Foi a primeira pregunta que me veio a cabeca, como assim, santo? Foi aí que eu entendi tudinho. O fato é que vovó, lá pelos idos dos anos setenta ou oitenta comprou Carlitos na feira livre de Coremas achando que era Padre Cícero. O que nao é de todo um despropósito, visto que Padin Padre Cícero se vestia de preto e usava igualmente um chapéu de mesma cor. Depois disso eu só imaginei vovó rezando defronte a esta escultura. Mas, o que vale é a fé.
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ResponderExcluirRita! Que bom que você criou um blog. Assim podemos acompanhar suas histórias antes narradas oralmente e agora escritas! Um abração e saudades!
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